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CNH muda, mas treino de baliza continua em Fernandópolis

Fernandopolenses decidem continuar a treinar baliza após mudanças para obter a Carteira Nacional de Habilitação


Por Breno Guarnieri -


Após o Detran de São Paulo retirar a obrigatoriedade da baliza do exame prático para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em São Paulo, o que antes era um pesadelo e medo de reprovação, agora, parece uma questão de responsabilidade e consciência.


Enquanto o debate avança, alguns moradores de Fernandópolis afirmam que preferem manter o treino da baliza, mesmo sem exigência formal por segurança.


Para a reportagem a estudante Maria Clara, que está prestes a fazer a prova, relatou que pediu ao instrutor o que muitos não têm feito: continuar com as aulas de baliza. “É uma escolha minha, mesmo que eu não tenha que fazer na prova, é muito importante ter essa noção de baliza”.


“As autoescolas continuam ensinando a manobra, pois ela faz parte da segurança e da vivência real do trânsito, então eu quero aprender”, reforçou Pedro Nogueira, estudante de Matemática.


“Sinceramente? Acho bem ruim não ter a baliza como obrigatória. Fica tudo meio bagunçado, cada um entende uma coisa diferente e rola discussão à toa”, destacou o estudante Henrique Silveira.


Trânsito real


A partir de 2026, o exame prático para a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Brasil passou por mudanças significativas, focando em um trânsito real, segundo o governo federal, o que resultou na eliminação da exigência da baliza tradicional (entre quatro estacas) em diversos estados, incluindo São Paulo. Contudo, a prática de estacionar em via pública permanece no teste e o treinamento de baliza continua sendo ensinado nas autoescolas. 


Outras mudanças anunciadas pelo governo federal também caminham no sentido de ampliar o acesso à CNH. Entre as alterações anunciadas em dezembro do ano passado estão a oferta de aulas teóricas gratuitas e online e o fim da obrigatoriedade de contratar uma autoescola.


Segundo o Detran, a taxa de aprovação aumentou apenas 2% na primeira semana sem a baliza.


O que antes era um pesadelo, agora, parece uma questão de responsabilidade e consciência. Foto: Reprodução

 
 
 

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