Justiça leva acusados a júri popular pela morte de jovem na região
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Decisão aponta homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e omissão de socorro em caso ocorrido em 2023
Por EthosJus -
A Justiça de Rio Preto pronunciou quatro homens para julgamento pelo Tribunal do Júri no caso da morte da adolescente Giovana Pereira Caetano de Almeida, de 16 anos. O crime ocorreu em dezembro de 2023, e o corpo da jovem foi encontrado oito meses depois, enterrado em uma propriedade rural de Nova Granada.
A decisão, publicada nesta sexta-feira no Diário de Justiça eletrônico, aponta a participação de quatro acusados: o empresário Gleison Luís Menegildo, o chefe de oficina Anderson Luís Bardella, o caseiro Cleber Danilo Partezani e o mecânico Rodrigo Landolfi Alves.
Segundo a Justiça, o empresário e o chefe de oficina responderão por homicídio triplamente qualificado, além de outros crimes como tráfico de drogas, favorecimento sexual contra menor e ocultação de cadáver. Ambos também permanecem presos preventivamente.
O caseiro vai responder por ocultação de cadáver, por ter ajudado a enterrar o corpo da adolescente. Já o mecânico será julgado por omissão de socorro.
De acordo com a decisão, ele estava no local no momento da morte e não prestou ajuda à vítima. O juiz manteve a prisão de dois réus e autorizou que outros dois respondam ao processo em liberdade. Ainda cabe recurso, e a data do julgamento não foi definida.
A defesa dos acusados afirma que vai recorrer e contesta a decisão. Já a assistência de acusação considera a pronúncia um avanço importante para a responsabilização no caso.
O processo segue agora para o Tribunal do Júri.

Decisão aponta homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e omissão de socorro em caso ocorrido em 2023



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